Como a montanha-russa pode ajudar seu filho a comer

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Como a montanha-russa pode ajudar seu filho a comer

montanha russa

Ou como é preciso ter criatividade e paciência (sempre ela) na hora das refeições. Minha história começou assim: fomos a família toda em um grande parque de diversão paulistano. Foi ótimo! A caçula se deliciou com todas as emoções físicas, emocionais e visuais. Comeu tudo e todos. Aí chegou o dia seguinte e a hora do almoço…

E como quase todos os dias, olhou para mim e miou “mamãe, não estou com fome”. Também como acontece quase todos os dias, fiquei ali pensando em como a ciência pode explicar um mini ser humano não ter fome depois de passados quatro horas de um café da manhã econômico. Aí veio a ideia de transformar a colherada em questão em carrinho de montanha-russa. Ela subiu, subiu, subiu… e caiu diretamente no túnel da boca da pequena. Depois foi a vez do carrossel (o brinquedo, não a novela), com a colher/cavalinho subindo e descendo, subindo e descendo. Então ela pediu o carrinho bate-bate. E foi assim até a comida acabar.  Ganhei até beijos extras do maridão tamanha empolgação que coloquei na história toda.

Ás vezes, por mais que a comida esteja boa, bem temperada, no gosto da criança, bonita e enfeitada, ainda fica faltando o lado lúdico. Aí entra você com as brincadeiras. Vale imitar circo, cinema, dar comida para todas as bonecas e ursinhos, fazer campeonato de quem acaba primeiro. Como tudo o que dissemos aqui, isso também não dá para ser todos os dias, afinal, aprender a comer normalmente faz parte da educação infantil. E por isso, vai ter dia que a refeição será tradicional. Mas em dias difíceis, que tal brincar um pouquinho?

beijos

Mônica

2 thoughts on “Como a montanha-russa pode ajudar seu filho a comer

  1. Adoro fazer o momento de refeição um momento sério mas relaxado, e com essas brincadeiras tudo fica melhor 🙂
    Outra ideia, é deixar o alimento com outra cara, outro dia fiz uma simples tortilha e o jantar mudou. Não usei muita gordura, não precisei dar porcarias e nem mudei o cardápio, até feijão coloquei dentro. Ele adorou e comeu tranquilamente. Fazer pique niques na sala, comer sentados no chão, tudo é diversão. Mas sei que não é para todos os dias, é importante aprender a comer a mesa, tudo certinho, mas principalmente nas férias, é uma alegria para as crianças.

  2. Tenho 4 filhos e esta brincadeira sempre ajudou nos momentos de pânico. O meu marido é mais criativo e consegue melhores resultados, mas em geral funciona. Na nossa versão, a criança vira uma espécie de bicho-papão ou dinossauro e cada colherada é uma pessoa da família ou amigos, eles mesmo vão sugerindo as “colheradas” e assim a família inteira acaba virando comida de dinossauro e o dinossaurinho sai barriga cheia.

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