Como aprendi a cozinhar

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Como aprendi a cozinhar

Dona-de-casa-vintageAssim como eu, você também deve estar longe de ser uma prendada dona de casa da década de 50? Quando a Isabella nasceu – e as papinhas também – resolvi mudar a situação e aprendi a cozinhar depois de receber uma dica ótima: livros de culinária para homens. Sim, neles ninguém tem vergonha de explicar o que afinal é refogar. Ou a diferença estética entre a rúcula e a mostarda. Foi a minha salvação na cozinha.

O meu preferido, Guia Para a Sobrevivência do Homem na Cozinha, está esgotado. Mas acabo de descobrir que a autora, a jornalista Alessandra Porro, fez um blog especialmente com o conteúdo dele. Gente é demais! Tem tudo explicadinho, desde a melhor panela para você usar em cada tipo de prato até como é e pra quê serve cada corte de carne (você nunca mais será enganada pelo açougueiro). E ainda tem receitas básicas como o filé com molho de mostarda que já levantou muitos jantares aqui em casa.

Olhando nas livrarias descobri mais dois livros legais. A idéia de Bagunça na Cozinha – O primeiro livro do aprendiz de cozinheiro (da Callis Editora e ilustrado por Kiko Farkas) é que crianças a partir de seis anos aprendam a cozinhar. Nem é preciso dizer como tudo é bem detalhado. Há um capítulo especial sobre segurança na cozinha importante para nós, cozinheiras de primeira viagem.

Elementos da Culinária de A a Z – Técnicas, ingredientes e utensílios (de Michael Ruhlman, Editora Jorge Zahar) fala sobre tópicos importantes, como caldos, molhos e acessórios culinários, ótimo para quem vai começar a lidar com tudo isso.

Vamos nos divertir na cozinha!

Beijo,

Mônica

 

PS: Post publicado originalmente em outubro de 2009

7 thoughts on “Como aprendi a cozinhar

  1. Olá meninas,
    Obrigada pela generosa e simpática menção ao meu livro! Achei o blog de vocês muito bacana. Quando minha filha nasceu também tinha dúvidas, receios e era muito difícil encontrar orientações sobre a alimentação infantil. Mas no fundo é isso mesmo: apresentem aos pequenos coisas boas, gostosas e diversificadas. No futuro eles vão agradecer! Além do livro, também mantenho um blog (http://alessandra-porro.blogspot.com/) com novas receitas, textos sobre livros, etc. Passem por lá! Um beijo,
    Alessandra

  2. Mônica,
    Faltou uma dica: disponibilize seu perfil do blogger. Se você clicar no seu nome no comentário deixado no meu blog, aparece uma mensagem de que o perfil não está disponível e isso impede que outros leitores tenham acesso ao seu blog através dos comentários.

    Beijocas e cosquinhas

    PS – se quiser evitar muito, mas muito spam mesmo, mude o e-mail disponibilizado no blog. Ao invés de @ escreva ARROBA

  3. Mô,
    Lembro até hoje quando o Dr. Mauro me explicou como deveria ser a primeira papinha salgada do Samuel. Ele explicou e, claro, eu não sabia quanto de carne deveria colocar num papinha, que tinha de ter (em quantidade) no máximo quatro colheres de sopa. Comprei inacreditável UM QUILO de carne e achei que era pouco. Minha mãe riu da minha inexperiência na cozinha. No final deu tudo certo porque a Joana, a babá, é uma cozinheira de mão cheia. Separou 200 gramas da carne para a papinha e o restante fez um delicioso refogado para a família almoçar.

    Esses manuais são uma luva para as mãos das mães desabilatadas da cozinha.

    beijos da Pati

  4. O meu preferido também é o Guia para Sobrevivência dos Homens na Cozinha, Mô. Engraçado como as mulheres são os novos homens na cozinha, né?

    E meninas, parabéns pela iniciativa. o blog de vcs é uma delícia.

    beijos, Ana

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